Uma possível
greve dos vigilantes das regiões Norte e Noroeste Fluminense foi descartada
pela categoria, a partir de uma proposta da classe patronal, que concedeu 30%
de risco de vida, aumento salarial de 6,77%, com base na inflação, e acréscimo
no tíquete refeição por plantão. A
informação é do presidente do Sindicato dos Vigilantes e Empregados em Empresas
de Segurança e Vigilância, Luiz Carlos Rangel da Rocha. Segundo ele, a decisão de não parar as
atividades foi tomada em assembleia na última quinta-feira, na sede do
sindicato em Campos.
Luiz Carlos
Rocha explicou que os trabalhadores conseguiram que a classe patronal atendesse
a principal reivindicação, que era os 30% de risco de vida. “Já recebíamos 14%
de risco de vida e conseguimos mais 16%, totalizando os almejados 30%. Com
isso, passaremos a ganhar R$ 296,11 de risco de vida e o salário base será de
R$ 987,06. Já o tíquete refeição subiu para R$ 10,11 por plantão”.
Também ficou
acordado, segundo ele, que caso a empresa ultrapasse três dias após o 5º dia
útil para pagamento dos salários, o trabalhador terá direito a um adicional de
20% (multa). “A lei determina que o trabalhador receba o salário até o 5º dia
útil”, concluiu.

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