A prefeita
Rosinha, que preside a Organização dos Municípios Produtores de Petróleo
(Ompetro), informou que a entidade entrou ontem, no Supremo Tribunal Federal
(STF), com pedido de habilitação para atuar na Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei da redistribuição dos royalties do
petróleo, aprovada pelo Congresso Nacional. A ação foi proposta pelo governador
do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.
Rosinha
explicou, através de sua assessoria, que a medida jurídica, prevista na legislação
como “amicus curiae”, foi apresentada para possibilitar aos municípios
produtores a oportunidade de contribuírem na apreciação da Adin pelo STF.
A
possibilidade da assistência segue protocolo que já vem sendo respeitado pela
Corte para garantir a pluralização do debate constitucional. Caso acatada pelo
STF, os municípios produtores poderão falar sobre os impactos e consequências
da perda das receitas. A medida foi discutida e aprovada pelos prefeitos dos
municípios que integram a Ompetro.
A prefeita,
acompanhada do promotor Marcelo Lessa e do Juiz Paulo Assed, já foi recebida em
Brasília recentemente por seis ministros do STF, quando apresentou números do
impacto que sofreriam os municípios e o Estado do Rio, caso a redistribuição
dos royalties se materialize. (A.N.)

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