quarta-feira, 15 de maio de 2013

Interior ganha hoje seu centro para menores




O novo Centro, também conhecido como CAI (Centro de Atendimento Intensivo), o primeiro de cinco anunciados pelo governo do estado para descentralizar o sistema de jovens “em conflito com a lei”,  fará reduzir as transferências para unidades do Degase na capital, e é uma reivindicação antiga da população. Ele ocupa uma área de 22 mil metros quadrados (sendo quatro mil metros de área construída) margeando o Rio Paraíba do Sul, e terá capacidade para receber cerca de 90 crianças e adolescentes infratores, de 25 municípios do Norte e Noroeste, em regime de internação. Para trabalhar no local, foram contratados, através de concurso, 100 funcionários, que já fizeram treinamento no local.

Com a obra contratual orçada em R$11.4 milhões, mas  com estimativa de custo anunciada em R$ 7.2 milhões,  e inauguração prometida para março — e posteriormente para o dia 18 do mês passado —, o CAI-Campos dispõe de 13 blocos autônomos: um de saúde (com dois consultórios médicos, um de dentista, quatro para atendimento de familiares, postos de enfermagem, ambulatórios, consultório de psiquiatria), oficina multiuso, alojamento provisório, espaço ecumênico, quadra de areia, alojamento de agentes, área de administração, alojamentos I e II, escola da rede estadual, quadra poliesportiva, guaritas elevadas I e II, bloco de visita (com um pátio coberto e  dois descobertos), e guarita externa para policiais militares. 

O Centro recebe o nome da Professora Marlene Henrique Alves em homenagem à mãe do juiz Pedro Henrique Alves, que atuou no Juizado da Infância e Adolescência de Campos. A professora morreu em um acidente de carro na BR 101, em 2007.

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