O novo
Centro, também conhecido como CAI (Centro de Atendimento Intensivo), o primeiro
de cinco anunciados pelo governo do estado para descentralizar o sistema de
jovens “em conflito com a lei”, fará
reduzir as transferências para unidades do Degase na capital, e é uma
reivindicação antiga da população. Ele ocupa uma área de 22 mil metros
quadrados (sendo quatro mil metros de área construída) margeando o Rio Paraíba
do Sul, e terá capacidade para receber cerca de 90 crianças e adolescentes
infratores, de 25 municípios do Norte e Noroeste, em regime de internação. Para
trabalhar no local, foram contratados, através de concurso, 100 funcionários,
que já fizeram treinamento no local.
Com a obra
contratual orçada em R$11.4 milhões, mas
com estimativa de custo anunciada em R$ 7.2 milhões, e inauguração prometida para março — e
posteriormente para o dia 18 do mês passado —, o CAI-Campos dispõe de 13 blocos
autônomos: um de saúde (com dois consultórios médicos, um de dentista, quatro
para atendimento de familiares, postos de enfermagem, ambulatórios, consultório
de psiquiatria), oficina multiuso, alojamento provisório, espaço ecumênico,
quadra de areia, alojamento de agentes, área de administração, alojamentos I e
II, escola da rede estadual, quadra poliesportiva, guaritas elevadas I e II,
bloco de visita (com um pátio coberto e
dois descobertos), e guarita externa para policiais militares.
O Centro
recebe o nome da Professora Marlene Henrique Alves em homenagem à mãe do juiz
Pedro Henrique Alves, que atuou no Juizado da Infância e Adolescência de
Campos. A professora morreu em um acidente de carro na BR 101, em 2007.
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