A exemplo do
que acontece em várias cidades do país, em Campos, na tarde desta
quinta-feira(11/07), representantes de sindicatos de diversas categorias, como
petroleiros, bancários, professores,
Construção Civil, Cedae, servidores
municipais e estaduais e aposentados, além de movimentos como “Cabruncos
Livres”, MST e ex-catadores, realizaram
um ato público no Boulevard Francisco de Paula Carneiro, como parte do Dia
Nacional de Lutas, com objetivo de apresentar uma pauta com diversas
reivindicações (confira a pauta ao final desta página).
Em seguida,
saíram em passeata pela Avenida Alberto Torres, chegando a fechar o trecho
urbano da BR-101, entre a Rua Espírito Santo e o antigo Trevo do Índio. Algumas
lojas fecharam as portas depois do almoço. Agências bancárias do Centro
permaneceram fechadas durante toda a manhã, mas abriram no período da tarde.
Uma das
manifestantes, a funcionária pública estadual Margareth Petruci, que é auxiliar
operacional de serviço de saúde, fez duras críticas ao governador Sérgio
Cabral, a quem acusa de virar as costas para o servidor da área de saúde.
“Na primeira
campanha de Cabral, houve a promessa de conceder ao funcionalismo o Plano de
Cargos, Carreira e Salários. Como deputado estadual ele (Sérgio Cabral) aprovou
o plano, mas como governador ele não fez nada”, disse a manifestante.

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