segunda-feira, 7 de julho de 2014

Personalidades e instituições serão homenageadas pela Câmara Municipal de Campos em agosto

A Câmara de Vereadores de Campos realiza no dia 5 de agosto, na reabertura dos trabalhos legislativos, após o recesso parlamentar, sessão solene para entrega da “Medalha Cidade de Campos”.

A honraria será concedida ao padre José Gualandi, ao Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam) e a livraria e papelaria Ao Livro Verde, que completou 170 anos no dia 13 de junho, sendo a mais antiga do Brasil.

A medalha é conferida a pessoas físicas ou entidades públicas que tenham prestado relevantes serviços ao país ou ao município, contribuindo de alguma forma para o desenvolvimento econômico e social.

A homenagem ao padre Gualandi é iniciativa do vereador Marcão. Ele destacou o empenho do pároco na expansão de centros de catecismo em diversos lugares do município e implantação e construção de capelas para culto no Parque Jardim Carioca, Travessão de Campos, Baixa Grande e Guarus.

“Fundou, com um grupo de amigos, a Associação Beneficente Maria Auxílio dos Cristãos, instalada em Guarus, dando início ao Centro Educacional São Geraldo, que já tem 16 anos de atividade”, explicou o vereador.

Já Auxiliadora Freitas, que concederá a medalha ao Isepam, disse que pela escola passaram nomes conhecidos dos campistas e moradores da região, como a falecida juíza Maria Tereza Gusmão de Andrade. Criada em 1984, a Escola Normal de Campos, que teve, segundo os livros de matrículas, como primeira aluna Maria Clotilde Arrault, tornou-se Instituto de Educação de Campos após reestruturação da Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

“A instituição cresceu, tornou-se Instituto de Educação Professor Aldo Muylaert (Iepam), foi transferido da Secretaria de Educação para a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e abraçado, em 2001, pela Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) do Rio de Janeiro, assumindo o nome pelo qual é conhecido hoje”.

O vereador Nildo Cardoso explicou que concederá a homenagem Ao Livro Verde pela grande parcela de contribuição para a cultura local e para o desenvolvimento socioeconômico de cidade. “Para muitos, uma livraria fundada em 1844, como “Ao Livro Verde”, manter páginas de livros e portas abertas até os dias de hoje, seria uma obra de ficção, mas ela é uma realidade permanente e encontra-se no mesmo endereço, no Centro de Campos, funcionando ininterruptamente”.

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