segunda-feira, 15 de setembro de 2014

São Paulo derruba o líder Cruzeiro e esquenta o Brasileiro

O São Paulo voltou a fazer uma grande exibição e derrotou o Cruzeiro, no Morumbi, por 2 a 0, num jogo em que a equipe dirigida por Muricy Ramalho foi bem superior a de Marcelo de Oliveira. Foi uma vitória limpa, onde não houve graves erros de arbitragem e onde o destaque maior não foi o quarteto mágico tricolor. Mas o veterano Rogério Ceni, que além de fazer o primeiro gol do jogo em cobrança de pênalti, fez defesas fantásticas (no mínimo três) que garantiram os três pontos para o time da casa.

Rogério Ceni, Kaká, Ganso, Alexandre Pato e Ganso: cinco homens de peso

Mas se Ceni foi destaque, o quarteto mágico também funcionou. Kaká, Ganso, Pato e Alan Kardec tiveram excelente participação no jogo. Assim como a dupla de zagueiros internos formada por Rafael Toloi e Edson Silva e os dois laterais, Auro e Alvaro Ribeiro.

No meio campo, onde o Cruzeiro tem excelentes jogadores, o São Paulo também brilhou. Souza e Denilson marcaram muito, além de saírem para o jogo, enquanto Kaká e Ganso criaram demais naquele setor. Na frente, ora Pato, ora Alan Karkec se revezaram na luta para não deixar os zagueiros adversários livres para criarem jogadas e aproveitaram bem as chances que tiveram para tentar seus arremates contra o gol de Fábio.

No final, até os cruzeirenses reconheceram. O São Paulo foi superior e, por isso, mereceu vencer. Com a vitória o São Paulo diminuiu a diferença para o Cruzeiro em três pontos. Agora são quatro pontos que separam o líder do vice-líder do campeonato. Lógico que, apesar de tudo, o Cruzeiro continua merecendo a liderança e continua a ser o grande favorito a conquista do título da temporada.

Um favoritismo que, por enquanto, só tem o São Paulo como ameaça (os outros clubes estão oscilando muito e não conseguem se manter próximos dos dois clubes que realmente brigam pela conquista do campeonato. Lembramos, de qualquer forma, que ainda faltam dezessete rodadas para o campeonato terminar.

Há tempo suficiente, portanto, de que outros clubes, além do São Paulo, entrem na briga para alcançar o Cruzeiro. Mas que essa missão é difícil e teoricamente quase impossível, não há como negar.

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