Eu tive a oportunidade de acompanhar uma matéria que
retratava um fato de extrema importância social, um fato raro que a muitos deve
ter surpreendido sua existência, trata-se do infanticídio promovido por índios
de tribos remotas aqui no Brasil.
Além da gravidade
que o assunto soa em nossa concepção atual sobre a vida, o fato revela um tema
delicado, trata-se se de visões extremamente delicadas qualquer uma que se
volte para esse assunto, para se ter uma ideia, antropólogos afirmam que não se
pode fazer uma ideia negativa dos povos indígenas em questão , vez que para
eles o infanticídio é um livramento para uma criança que sofrerá o mal de uma
deficiência, um ato que para eles é de amor.
Antropologicamente
complicado de se interagir, o fato requer sabedoria , e pessoas abertas ao
diálogo e ao respeito para as tratativas desse caso, evitar que essas vidas
sejam perdidas me parece o melhor a se fazer, contudo sendo sociedades remotas
isoladas na mata, fica difícil observar oque se acontece.
Esse é um caso que a
importância do diálogo, aparece altamente retratada, dialogar com os índios que
a vida merece uma chance, que pode superar as deficiências físicas , e não
precisam ser isolados , é viável, essas sociedade parecem ser fiéis ao que
aprendem, vale a pena conversar, muito tem a vida a ganhar, muitos tem os
índios a ganhar e muitos temos a aprender.

Nenhum comentário:
Postar um comentário