Estudantes de escolas estaduais fizeram um protesto por vias da região central de São Paulo na manhã desta sexta-feira (9). Os alunos começaram o protesto na Avenida Paulista, que ficou fechada no Sentido Paraíso, e se deslocaram a pé até a sede da Secretaria Estadual da Educação, na Praça da República, onde encerreram o protesto às 12h.
A Polícia Civil informou que duas pessoas foram detidas e encaminhadas ao 78º DP, nos Jardins. Um dos detidos é o jornalista Caio Castor e o outro, um professor. Segundo os policiais do 78º DP, eles foram ouvidos e liberados. Pelo menos um deles deve responder por desacato. Vídeos feitos durante o protesto mostram alunos coçando os olhos, tomando água e com aparente falta de ar após terem sido atingidos por gás de pimenta.
A Polícia Civil informou que duas pessoas foram detidas e encaminhadas ao 78º DP, nos Jardins. Um dos detidos é o jornalista Caio Castor e o outro, um professor. Segundo os policiais do 78º DP, eles foram ouvidos e liberados. Pelo menos um deles deve responder por desacato. Vídeos feitos durante o protesto mostram alunos coçando os olhos, tomando água e com aparente falta de ar após terem sido atingidos por gás de pimenta.
A União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (Umes)
informou que os detidos não fazem parte do movimento e se juntaram ao
protesto para "causar confusão". De acordo com a UMES, cerca de 1.200
estudantes estão reunidos na Praça da República.
Policiais militares se posicionaram em frente à Secretaria Estadual de
Educação. De acordo com o Major Kiryu, que comanda a operação, os
policiais estão posicionados ali para preservar o patrimônio público já
que "alguns baderneiros estão infiltrados na manifestação".
Por volta das 11h50, a maior parte dos estudantes e até o carro de som
que acompanhava a movimentação já haviam deixado o local. Apenas alguns
alunos permaneciam no entorno da secretaria conversando. Perguntado
sobre o número de manifestantes que participaram do protesto, o Major
Kiryu respondeu com ironia: "Mais que um". A PM decidiu não divulgar
mais o número de participantes nos protestos da cidade, conforme
informou a sala de imprensa da corporação.

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