O estudante de jornalismo Alex Tietre foi esfaqueado na noite desta terça-feira (17) no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, quando voltava de bicicleta para casa. A vítima estuda na Faculdade Pinheiro Guimarães, no Catete, e pedala todos os dias até a Praça 15, onde pega a barca para Niterói.
Três homens abordaram o ciclista próximo ao posto de gasolina que fica em frente ao Hotel Glória, na Praia do Flamengo.
"Teve um que me cercou primeiro. Aí apareceu outro e o terceiro me derrubou da bicicleta. Bati a cabeça e o quadril no chão e eles começaram a me chutar. Um deles falava: 'Vamos matar, vamos matar'", contou Triete, que estava internado no Hospital São Lucas, em Niterói, na manhã desta quarta (18).
Além da facada nas costas, ele teve fratura na clavícula e ferimentos no braço, mas está fora de perigo.
Segundo a vítima, em três anos que faz faculdade no Catete, apenas uma vez constatou a presença de policiamento na região.
"Só vi policial ali quando teve show dos Los Hermanos. Não ando de bicicleta só para passear, mas por gostar da natureza e querer ter uma vida melhor", afirmou ele, que só percebeu que havia sido esfaqueado quando chegou no posto de gasolina e as pessoas começaram a dizer que havia muito sangue em suas costas.
Os ladrões roubaram a bicicleta dobrável de Alex, que custa cerca de R$ 2 mil, e não tentaram levar mais nenhum objeto, nem dinheiro.
Apesar do susto, Triete diz que não pretende deixar de andar de bicicleta no Rio e enfatizou que ao invés das pessoas mudarem suas rotinas, a segurança deve ser uma prioridade.
"Não vou me esconder. O Rio não precisa de obra para ficar mais bonito. Ele já é lindo com suas belezas naturais. A preocupação tem que ser com a segurança das pessoas e não em mudanças para gringo ver", criticou o Alex, que foi socorrido por um taxista que estava no posto de gasolina e o acompanhou na ambulância até o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para onde foi levado logo após o roubo.
Três homens abordaram o ciclista próximo ao posto de gasolina que fica em frente ao Hotel Glória, na Praia do Flamengo.
"Teve um que me cercou primeiro. Aí apareceu outro e o terceiro me derrubou da bicicleta. Bati a cabeça e o quadril no chão e eles começaram a me chutar. Um deles falava: 'Vamos matar, vamos matar'", contou Triete, que estava internado no Hospital São Lucas, em Niterói, na manhã desta quarta (18).
Além da facada nas costas, ele teve fratura na clavícula e ferimentos no braço, mas está fora de perigo.
Segundo a vítima, em três anos que faz faculdade no Catete, apenas uma vez constatou a presença de policiamento na região.
"Só vi policial ali quando teve show dos Los Hermanos. Não ando de bicicleta só para passear, mas por gostar da natureza e querer ter uma vida melhor", afirmou ele, que só percebeu que havia sido esfaqueado quando chegou no posto de gasolina e as pessoas começaram a dizer que havia muito sangue em suas costas.
Os ladrões roubaram a bicicleta dobrável de Alex, que custa cerca de R$ 2 mil, e não tentaram levar mais nenhum objeto, nem dinheiro.
Apesar do susto, Triete diz que não pretende deixar de andar de bicicleta no Rio e enfatizou que ao invés das pessoas mudarem suas rotinas, a segurança deve ser uma prioridade.
"Não vou me esconder. O Rio não precisa de obra para ficar mais bonito. Ele já é lindo com suas belezas naturais. A preocupação tem que ser com a segurança das pessoas e não em mudanças para gringo ver", criticou o Alex, que foi socorrido por um taxista que estava no posto de gasolina e o acompanhou na ambulância até o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, para onde foi levado logo após o roubo.

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