Nem mesmo uma torcida insana como a do Palmeiras poderia escrever um roteiro melhor para uma conquista. A loucura pelo clube alviverde deveria ter sido recompensada há muito tempo, mas quis o destino que fosse dentro de sua nova casa o recomeço das vitórias. Nesta quarta-feira, no estádio Allianz Parque, em São Paulo, o palmeirense testemunhou a mudança de patamar de seu time do coração - finalmente o Campeão do Século 20 parece ter retomado seu caminho de glórias. Campeão da Copa do Brasil pela terceira vez, precisou suportar a guerra de nervos proposta pelo Santos, derrotou adversário por 2 a 1 e, mais uma vez nos pênaltis - vitória por 4 a 3 -, teve mais competência para colocar a faixa no peito.
A partida começou com uma atmosfera que beirava a insanidade do torcedor palmeirense. Ela começou elétrica e pulsante, como é para ser disputada uma final com dois gigantes em campo. Com 10 segundos, quase gol do Palmeiras. O volante Arouca tocou para Barrios, que com um desvio na bola deixou Gabriel Jesus de frente para o gol de Vanderlei. O jovem atacante dominou a bola e partiu para o gol. Seu chute, forte, encontrou os pés salvadores do goleiro santista.
Aos sete minutos, foi a vez do "quase" gol do Santos. O lateral-esquerdo Zeca passou pela marcação de João Pedro e rolou para Marquinhos Gabriel bater firme para excelente defesa de Fernando Prass. No rebote, a bola sobrou para Victor Ferraz bater forte, mas a bola explodiu na trave esquerda da meta alviverde.
A partir daí o Santos foi moldando o jogo ao seu feitio. Mesmo assim, poderia ter levado o primeiro gol aos 27 minutos, quando o meia Robinho recebeu a bola no meio e levantou na medida para Barrios desviar de cabeça - a bola subiu e iria morrer dentro do gol, mas Vanderlei, com um tapinha, mandou para escanteio. Até o final da primeira etapa, foram os visitantes quem deram o tom do jogo.
A partida começou com uma atmosfera que beirava a insanidade do torcedor palmeirense. Ela começou elétrica e pulsante, como é para ser disputada uma final com dois gigantes em campo. Com 10 segundos, quase gol do Palmeiras. O volante Arouca tocou para Barrios, que com um desvio na bola deixou Gabriel Jesus de frente para o gol de Vanderlei. O jovem atacante dominou a bola e partiu para o gol. Seu chute, forte, encontrou os pés salvadores do goleiro santista.
Aos sete minutos, foi a vez do "quase" gol do Santos. O lateral-esquerdo Zeca passou pela marcação de João Pedro e rolou para Marquinhos Gabriel bater firme para excelente defesa de Fernando Prass. No rebote, a bola sobrou para Victor Ferraz bater forte, mas a bola explodiu na trave esquerda da meta alviverde.
A partir daí o Santos foi moldando o jogo ao seu feitio. Mesmo assim, poderia ter levado o primeiro gol aos 27 minutos, quando o meia Robinho recebeu a bola no meio e levantou na medida para Barrios desviar de cabeça - a bola subiu e iria morrer dentro do gol, mas Vanderlei, com um tapinha, mandou para escanteio. Até o final da primeira etapa, foram os visitantes quem deram o tom do jogo.

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