Quatro casos de influenza A foram confirmados em Belo Horizonte pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), dois deles do subtipo H1N1, os primeiros registros do ano na capital. Ao todo, são 224 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nos primeiros quatro meses de 2016, quadro em que os pacientes têm sintomas de gripe e precisam ser hospitalizados. Ao longo do mesmo período do ano passado foram 248 diagnósticos de SRAG e três casos de H1N1 confirmados na capital. A prefeitura informou que começou nesta semana o cadastramento de pessoas acamadas, para que recebam em casa a vacina contra a gripe. O cadastro deve ser feito até 13 de maio pelos telefones 3277-7722, exclusivamente para quem não tem condições de ir a um centro de saúde. A vacinação para os demais públicos começa dia 30, indo até 20 de maio. Enquanto isso, quem procura imunização contra os vírus da gripe na rede particular enfrenta dificuldades, que se estendem aos pais que buscam proteção também contra outras doenças para seus filhos.
Com as dificuldades, aumenta a expectativa para o início da vacinação contra a gripe na rede pública, mesmo que ela não atinja todas as faixas etárias. “A vacina estará disponível nos 148 centros de saúde da capital. Para recebê-la, é necessário apresentar cartão de vacinação e documento de identidade”, informa a prefeitura. O público-alvo definido pelo Ministério da Saúde é formado por pessoas com mais de 60 anos, crianças de 6 meses até 5 anos, trabalhadores da área de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, portadores de doença crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, além de indígenas, detentos, funcionários de instituições prisionais, assim como adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumpram medida socioeducativa. A previsão é vacinar 665.627 pessoas na capital.
Em Minas, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, já foram 34 casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave por influenza este ano. Destes, 10 pacientes morreram. Dos 10 óbitos por influenza, quatro foram pelo subtipo H1N1 – em Frutal, no Triângulo Mineiro (dois), em Andradas e Lavras, ambas no Sul de Minas. Os demais quadros fatais ocorreram por influenza B e quatro por influenza A sem subtipo especificado.
Com as dificuldades, aumenta a expectativa para o início da vacinação contra a gripe na rede pública, mesmo que ela não atinja todas as faixas etárias. “A vacina estará disponível nos 148 centros de saúde da capital. Para recebê-la, é necessário apresentar cartão de vacinação e documento de identidade”, informa a prefeitura. O público-alvo definido pelo Ministério da Saúde é formado por pessoas com mais de 60 anos, crianças de 6 meses até 5 anos, trabalhadores da área de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, portadores de doença crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, além de indígenas, detentos, funcionários de instituições prisionais, assim como adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumpram medida socioeducativa. A previsão é vacinar 665.627 pessoas na capital.
Em Minas, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, já foram 34 casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave por influenza este ano. Destes, 10 pacientes morreram. Dos 10 óbitos por influenza, quatro foram pelo subtipo H1N1 – em Frutal, no Triângulo Mineiro (dois), em Andradas e Lavras, ambas no Sul de Minas. Os demais quadros fatais ocorreram por influenza B e quatro por influenza A sem subtipo especificado.

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