Para economizar nas compras da lista de material escolar, as famílias
devem fazer as compras ainda este ano. Isso porque, a estimativa é que
os itens fiquem, em média, 10% mais caros a partir do ano que vem, de
acordo com a Abfiae (Associação Brasileira dos Fabricantes e
Importadores de Artigos Escolares).
Segundo Ricardo Carrijo, responsável pelas relações institucionais da Abfiae, o aumento dos preços tem dois motivos principais.
“O reajuste no preço do papel em 2018, que vai influenciar no valor
de livros e cadernos, e a alta do dólar, que interfere nos preços de
estojos e mochilas”.
A associação estima que entre 20% e 25% dos objetos usados pelos
estudantes são importados. Por isso, Carrijo sugere que quem for comprar
material escolar, se apresse para aproveitar os que as lojas ainda têm
em estoque.
Já Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP, dá mais uma dica para as famílias economizarem.
“Os pais podem se reunir e fazer compras coletivas. Em grande
quantidade, o preço de objetos como lápis, borrachas e canetas ficam
mais baratos. Outra opção é a troca de materiais entre alunos de anos
diferentes, principalmente em relação aos livros didáticos, que mudam a
cada ano”.
A advogada Simone Vieira pretender comprar os livros do filho ainda
este ano, assim que receber a segunda parcela do 13º salário.
Além de pesquisar bastante e reutilizar itens de anos anteriores,
Simone prefere não levar o filho durante as compras para gastar menos.
“Ele já fez um curso de educação financeira e sabe que o que
economizamos em algumas compras, é revertido para ele depois, com algo
que ele goste”.
Fonte: R7.com

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