A Empresa São Salvador anunciou nesta segunda-feira (15) a “retomada gradativa” de seis das linhas que opera em Campos. A viação, que explicou como a empresa, que tem nova direção desde janeiro, trabalha para retomar itinerários que havia deixado de atender entre o fim de 2017 e o início de 2018.
Segundo a São Salvador, a empresa opera, atualmente, as seguintes linhas: Largo do Garcia, Farol de São Thomé, Córrego Fundo, Quixaba, Parque Imperial, São Sebastião e Beira do Taí. Já itinerários como Goitacazes, Bugalho, Parque Saraiva e Donana estão sendo atendidos, “de forma paliativa”, por meio da linha Farol de São Thomé.
A previsão é de que outros trajetos que deixaram de ser atendidos pela empresa no último ano, como Linha do Limão e Tocos, sejam retomados “nos próximos 60 dias”. De acordo com o Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), a ausência da São Salvador era suprida por outras empresas do Consórcio União, que é composto, ainda, pelas viações Turisguar, Siqueira e Cordeiro e detém concessão do município para exploração das linhas.
“Uma vez que alguma empresa pertencente não atenda as linhas devidamente, cabe ao consórcio responsável atender os trajetos deficientes. As quatro empresas são as responsáveis em conjunto por todos os trajetos da área devida”, afirmou, em nota, o IMTT.
Frota apreendida e sucateada - A São Salvador falou, também, sobre a situação da frota. No comunicado da retomada das linhas, a empresa afirmou que somente 13 dos 25 ônibus estão “em condições de circulação”. Os demais, ou estão irregulares e foram apreendidos ou estão sucateados.
A São Salvador garante, porém, que trabalha para colocar esses veículos de volta nas ruas. “Está sendo feito um esforço, por parte da administração, para tentar regularizar o mais rápido possível para recuperar os veículos apreendidos e retorná-los para atendimento à população. Quanto à frota sucateada, a nova administração está realizando levantamentos, compra de peças e mutirões para reposição das peças para até o final do mês colocar essa frota em circulação”, diz a empresa.
Dívidas trabalhistas - Além da situação precária de metade da frota, a São Salvador encara a tarefa de regularizar sua situação trabalhista. A empresa foi alvo, no ano passado, de paralisações e trancaços por conta do atraso no pagamento de funcionários. A viação afirma que foi feita “uma auditoria para levantamento de todos os débitos referentes aos pagamentos atrasados, acordos judiciais trabalhistas não cumpridos” e os salários foram regularizados.
“A São Salvador está pagando 60% restante do pagamento referente ao março dos funcionários que estão trabalhando na empresa no curso deste mês, ou seja, não há atraso de pagamento”.
A empresa, porém, não revela o montante da dívida e diz que é prematuro falar em valores, já que “ainda estão sendo realizados cálculos, pois não envolve apenas questões trabalhistas”.
Mas, a viação garante que a intenção da nova administração é colocar “a casa em ordem”. “Vamos quitar todos os débitos não só com salários e acordos trabalhistas não cumpridos, como também com credores, o que vai levar um tempo, mas é um compromisso da nova administração”.
Segundo a São Salvador, a empresa opera, atualmente, as seguintes linhas: Largo do Garcia, Farol de São Thomé, Córrego Fundo, Quixaba, Parque Imperial, São Sebastião e Beira do Taí. Já itinerários como Goitacazes, Bugalho, Parque Saraiva e Donana estão sendo atendidos, “de forma paliativa”, por meio da linha Farol de São Thomé.
A previsão é de que outros trajetos que deixaram de ser atendidos pela empresa no último ano, como Linha do Limão e Tocos, sejam retomados “nos próximos 60 dias”. De acordo com o Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), a ausência da São Salvador era suprida por outras empresas do Consórcio União, que é composto, ainda, pelas viações Turisguar, Siqueira e Cordeiro e detém concessão do município para exploração das linhas.
“Uma vez que alguma empresa pertencente não atenda as linhas devidamente, cabe ao consórcio responsável atender os trajetos deficientes. As quatro empresas são as responsáveis em conjunto por todos os trajetos da área devida”, afirmou, em nota, o IMTT.
Frota apreendida e sucateada - A São Salvador falou, também, sobre a situação da frota. No comunicado da retomada das linhas, a empresa afirmou que somente 13 dos 25 ônibus estão “em condições de circulação”. Os demais, ou estão irregulares e foram apreendidos ou estão sucateados.
A São Salvador garante, porém, que trabalha para colocar esses veículos de volta nas ruas. “Está sendo feito um esforço, por parte da administração, para tentar regularizar o mais rápido possível para recuperar os veículos apreendidos e retorná-los para atendimento à população. Quanto à frota sucateada, a nova administração está realizando levantamentos, compra de peças e mutirões para reposição das peças para até o final do mês colocar essa frota em circulação”, diz a empresa.
Dívidas trabalhistas - Além da situação precária de metade da frota, a São Salvador encara a tarefa de regularizar sua situação trabalhista. A empresa foi alvo, no ano passado, de paralisações e trancaços por conta do atraso no pagamento de funcionários. A viação afirma que foi feita “uma auditoria para levantamento de todos os débitos referentes aos pagamentos atrasados, acordos judiciais trabalhistas não cumpridos” e os salários foram regularizados.
“A São Salvador está pagando 60% restante do pagamento referente ao março dos funcionários que estão trabalhando na empresa no curso deste mês, ou seja, não há atraso de pagamento”.
A empresa, porém, não revela o montante da dívida e diz que é prematuro falar em valores, já que “ainda estão sendo realizados cálculos, pois não envolve apenas questões trabalhistas”.
Mas, a viação garante que a intenção da nova administração é colocar “a casa em ordem”. “Vamos quitar todos os débitos não só com salários e acordos trabalhistas não cumpridos, como também com credores, o que vai levar um tempo, mas é um compromisso da nova administração”.

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