A Campanha de
Vacinação contra a gripe em todo o estado do Rio de Janeiro foi prorrogada até
o dia 25 deste mês. Até o momento, cerca de 12% da população do estado foi
imunizada, uma porcentagem considerada baixa.
A meta
estabelecida pelo Ministério é vacinar 80% do público-alvo, formado por
crianças de 6 meses a 2 anos, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas,
gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz recentemente), trabalhadores da
saúde, transplantados e idosos.
A vacina,
trivalente, tem a mesma composição da usada na última campanha, em 2011, por
isso, as crianças que foram vacinadas ano passado devem receber apenas uma dose
este ano.
As únicas
contra-indicações são a alergia aos componentes da vacina, principalmente à
proteína do ovo, e os portadores de doenças neurológicas em atividade. Vale
ressaltar que pessoas que podem comer ovo frito, pão, bolo ou macarrão não têm
essa alergia. Quem estiver com gripe ou apresentado estado febril ou sintomas
de dengue, o recomendado é esperar ter uma melhora para depois se vacinar.
O imunizante
deve ser tomado todos os anos, pois segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS), a vacinação é a forma mais eficaz para prevenir a gripe e suas complicações.
A população
que faz parte do público-alvo da campanha pode comparecer a qualquer uma das 14
unidades de saúde da cidade, das 7h às 17h.
Os sintomas
mais comuns da doença são calafrios e febre, dor de garaganta, dores
musculares, dores de cabeça, tosse , fadiga e mal estar.
Em casos mais
graves causa pneumonia, que pode ser fatal, particularmente em crianças
pequenas e idosos. Embora às vezes seja confundida com o resfriado, a gripe é
muito mais grave e causada por vários tipos de vírus.
uranç � r a �V �1 tais, viaturas,
motocicletas e câmeras de vídeo-monitoramento, além de bases móveis policiais
com câmeras, carros, motocicletas, armas de condutividade elétrica e
espargidores de pimenta. Para o tratamento, são criados leitos e vagas
hospitalares.
Se vai dar
certo e por que o plano ainda não emplacou, estes são temas que merecem
avaliação. Parece que faltou “liga” entre os diversos poderes. Algumas
prefeituras, por exemplo, se negam a discutir a questão. O problema também é
tabu em algumas escolas.
O crack é um
problema endêmico que precisa ser encarado de frente e de forma corajosa, sem
subterfúgios.
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