segunda-feira, 13 de maio de 2013

Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada no Estado, até o dia 25



A Campanha de Vacinação contra a gripe em todo o estado do Rio de Janeiro foi prorrogada até o dia 25 deste mês. Até o momento, cerca de 12% da população do estado foi imunizada, uma porcentagem considerada baixa.

A meta estabelecida pelo Ministério é vacinar 80% do público-alvo, formado por crianças de 6 meses a 2 anos, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas, gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz recentemente), trabalhadores da saúde, transplantados e idosos.

A vacina, trivalente, tem a mesma composição da usada na última campanha, em 2011, por isso, as crianças que foram vacinadas ano passado devem receber apenas uma dose este ano.

As únicas contra-indicações são a alergia aos componentes da vacina, principalmente à proteína do ovo, e os portadores de doenças neurológicas em atividade. Vale ressaltar que pessoas que podem comer ovo frito, pão, bolo ou macarrão não têm essa alergia. Quem estiver com gripe ou apresentado estado febril ou sintomas de dengue, o recomendado é esperar ter uma melhora para depois se vacinar.

O imunizante deve ser tomado todos os anos, pois segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação é a forma mais eficaz para prevenir a gripe e suas complicações.

A população que faz parte do público-alvo da campanha pode comparecer a qualquer uma das 14 unidades de saúde da cidade, das 7h às 17h.

Os sintomas mais comuns da doença são calafrios e febre, dor de garaganta, dores musculares, dores de cabeça, tosse , fadiga e mal estar.

Em casos mais graves causa pneumonia, que pode ser fatal, particularmente em crianças pequenas e idosos. Embora às vezes seja confundida com o resfriado, a gripe é muito mais grave e causada por vários tipos de vírus.
uranç � r a �V �1 tais, viaturas, motocicletas e câmeras de vídeo-monitoramento, além de bases móveis policiais com câmeras, carros, motocicletas, armas de condutividade elétrica e espargidores de pimenta. Para o tratamento, são criados leitos e vagas hospitalares.

Se vai dar certo e por que o plano ainda não emplacou, estes são temas que merecem avaliação. Parece que faltou “liga” entre os diversos poderes. Algumas prefeituras, por exemplo, se negam a discutir a questão. O problema também é tabu em algumas escolas.

O crack é um problema endêmico que precisa ser encarado de frente e de forma corajosa, sem subterfúgios.

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