Antes, não havia regulamentação para a apreensão, o que dificultava as ações de fiscalização. Desde a data de vigência da resolução, foram mais de 250 veículos apreendidos pela ANTT, número que representa cerca de 10 mil pessoas que tiveram a garantia de continuidade da viagem de forma segura em veículo regularizado.
De acordo com a resolução, o transportador irregular deve providenciar o deslocamento dos passageiros até o terminal rodoviário ou ponto de parada indicado pela fiscalização, assim como a continuidade da viagem em veículo regularizado até o destino final. Para a liberação do veículo, é necessária a comprovação de que a viagem dos usuários foi concluída para minimizar os danos causados à sociedade.
O transporte clandestino coloca em risco a vida dos passageiros devido ao estado precário dos veículos e à falta de compromisso dos infratores com questões regulamentadas, tais como inspeção veicular prévia, antecedência criminal dos motoristas, itens e equipamentos obrigatórios (pneus, extintor de incêndio, cinto de segurança), e principalmente, a não observância dos direitos dos usuários. “Entre esses direitos estão a disponibilização de passagens gratuitas aos idosos, direito à assistência no caso de problemas mecânicos ou acidentes durante a viagem, seguro de responsabilidade civil, direito à remarcação de passagens e serviço de qualidade. Nada disso é assegurado pelo transportador pirata”, destaca o gerente de Fiscalização da ANTT, Leandro Rodrigues e Silva.
De acordo com informações da Superintendência de Fiscalização da ANTT, o transportador clandestino não deixa de observar somente a legislação de transporte, mas, por estar à margem da lei, também utiliza a viagem para atos ilícitos quanto ao transporte de bens. “Esses atos vão desde a sonegação de impostos, contrabandos e até o transporte de armas ou drogas”, enumera Leandro. Segundo ele, comumente são flagrados atos desse tipo nas ações de fiscalização da ANTT e resultam sempre em ações integradas com outros órgãos, como a Receita Federal, Receitas Estaduais, Polícia Rodoviária Federal e Polícias Militares.
A estimativa geral, com base nos dados de fiscalização, é que cerca de 6% do transporte rodoviário interestadual de passageiros no Brasil é realizado por meio de viagens clandestinas, mais ou menos intenso conforme a região.
Entre as regiões com maior movimentação do transporte clandestino interestadual de longa distância, destaca-se o eixo que liga o norte e nordeste do país, especialmente Pará e Maranhão ao Centro-Oeste e Sudeste, especialmente Goiás e São Paulo. Há também grande concentração do transporte clandestino entre São Paulo e estados vizinhos, com a finalidade de compras no Brás (SP). Outra significativa movimentação de transporte clandestino interestadual, de curta distância, acontece na região do Entorno do Distrito Federal em direção à capital federal. Essas regiões são alvo de constantes ações da ANTT e de outros órgãos de fiscalização e de policiamento.
De acordo com informações da Superintendência de Fiscalização da ANTT, o transportador clandestino não deixa de observar somente a legislação de transporte, mas, por estar à margem da lei, também utiliza a viagem para atos ilícitos quanto ao transporte de bens. “Esses atos vão desde a sonegação de impostos, contrabandos e até o transporte de armas ou drogas”, enumera Leandro. Segundo ele, comumente são flagrados atos desse tipo nas ações de fiscalização da ANTT e resultam sempre em ações integradas com outros órgãos, como a Receita Federal, Receitas Estaduais, Polícia Rodoviária Federal e Polícias Militares.
A estimativa geral, com base nos dados de fiscalização, é que cerca de 6% do transporte rodoviário interestadual de passageiros no Brasil é realizado por meio de viagens clandestinas, mais ou menos intenso conforme a região.
Entre as regiões com maior movimentação do transporte clandestino interestadual de longa distância, destaca-se o eixo que liga o norte e nordeste do país, especialmente Pará e Maranhão ao Centro-Oeste e Sudeste, especialmente Goiás e São Paulo. Há também grande concentração do transporte clandestino entre São Paulo e estados vizinhos, com a finalidade de compras no Brás (SP). Outra significativa movimentação de transporte clandestino interestadual, de curta distância, acontece na região do Entorno do Distrito Federal em direção à capital federal. Essas regiões são alvo de constantes ações da ANTT e de outros órgãos de fiscalização e de policiamento.

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