A cidade está com dezenas de pessoas em situação de rua, muitas resistindo em mudar de vida, levando em consideração que a rua proporciona a elas sensação de liberdade, não precisar dar obediência à família, aquisição de droga de forma mais fácil, sexo descompromissado, entre outros. Mas, mesmo assim, as instituições estão aí para ajudá-las a mudar, voltarem a ser um cidadãos com vínculos empregatícios e familiares. Prova isso são os Centros de Atenção Psicossocial (Caps-AD), um programa do governo federal, que tem como base o tratamento do paciente em liberdade, buscando sua reinserção social. As unidades são mantidas pelos municípios e, em Campos, tem registrado bons resultados. Pelo Caps AD-3 Dr Ari Viana, de Campos, passam, diariamente, cerca de 80 pacientes, dos 18 aos 60 anos, homens e mulheres. A atual coordenadora da unidade, a assistente social Adriana Lopes, explica que não basta o governo acolher, fazer todo o acompanhamento e oferecer todas as condições de tratamento que cada um precisa, que vai além da questão do vício, como acontece em Campos. No caso do vício de álcool e droga, o paciente tem que querer mudar, ter força de vontade e só, a partir daí, as coisas fluem. Condições oferecidas para isso não faltam do município, segundo a coordenadora do Caps AD-3.

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