terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Proteja-se das doenças sexualmente transmissíveis também durante a folia


Carnaval é sinônimo de festa, samba, diversão e muita paquera. Não é à toa que nessa época do ano o Ministério da Saúde reforça as campanhas para o uso de preservativos na hora do sexo. Seja pelo calor do momento ou por influência do álcool, muitas pessoas deixam a camisinha de lado e se expõe às chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Esses dados são confirmados pelo Delboni Medicina Diagnóstica, que afirma que a procura por exames para detectar DSTs pode aumentar até 20% nas semanas seguintes a do Carnaval.
Segundo o laboratório, em janeiro de 2012 foram realizados 3.340 exames para DSTs. No meio do mês de fevereiro, quando foi comemorado o Carnaval, o número subiu 10%, chegando a 3.700 exames. No mês de março, a procura aumentou para 4.110, subindo 20% em comparação ao mês de janeiro. Em janeiro de 2013, foram realizados 3.250 exames para detecção de DSTs. Já em fevereiro, foram realizados 2.940 exames somente nas duas primeiras semanas do mês. De acordo com a infectologista Sumire Sakabe, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, o contágio pode acontecer por via oral, vaginal ou anal e, por isso, a camisinha é indispensável em qualquer um dos três tipos de relação. Ainda que a forma de se prevenir pareça simples, há muitas dúvidas e mitos sobre o assunto.

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