Com uma dívida que já passa os R$ 50 milhões (somando bolsas de estudos e salários de pessoal), a situação da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) Darcy Ribeiro está caótica. Em carta aberta à comunidade da instituição, o reitor Luís Passoni, logo no inicio do mês, mais uma vez, denunciou as consequências da grave crise que atravessa a Uenf, em ofício enviado ao secretário interino de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação, Gabriell Carvalho Neves Franco do Santos.
No ofício, Passoni retrata as dificuldades que a universidade teve em 2016, sendo um ano extremamente difícil para o campus. Além disso, ao longo do ano, as condições de funcionamento da Uenf se deterioraram, ao ponto de encerrar o ano sem os pagamentos dos salários e bolsas relativos a novembro bem como o 13º salário.
“No início de 2016, alertamos para a precariedade da situação no Campus. Em meados do ano nos dirigimos diretamente ao governador, à época, Francisco Dornelles, alertando para o problema em questão além de apontar a responsabilidade do governo sobre acontecimentos futuros, fruto da falta de repasse de recursos. Ao longo do ano, buscamos descontingenciar recursos orçamentários, bem como solicitamos a publicação no DOERJ de diversos concursos em andamento. Também nos pronunciamos contrários aos descontos periódicos no auxilio alimentação, disse Passoni.
Somente com os fornecedores (terceirizados na área da limpeza e segurança), a dívida é de cerca de R$ 20 milhões. “A dívida com o pessoal da vigilância é desde outubro do ano passado e eles romperam o contrato no início de novembro. Já o pessoal da limpeza, mesmo com os salários da empresa em atraso, a mesma continua pagando seus funcionários”, informou o reitor.
A situação da segurança no campus já resultou, inclusive, em algumas ocorrências policiais, a última delas ocorreu no final de semana do Réveillon, onde vândalos, aproveitando a vulnerabilidade na universidade, invadiram a instituição e depredaram a Pró-Reitoria de Extensão, local de guarda de documentos, quebraram vidros de veículos oficiais e, entre outros atos de vandalismo, arrombaram o ônibus da Uenf.
“Tivemos uma reunião com o prefeito Rafael Diniz, onde foi discutida a ampliação da ronda pela Guarda Civil Municipal na Uenf, bem como, um convênio com a guarda”, revelou Passoni, informando que a situação da segurança no campus só não está pior devido às diversas reuniões com o comando da Polícia Militar e GCM, que têm colaborado com a intensificação das rondas.
No próximo mês (dia 10) o reitor adiantou que já tem uma reunião agendada com o Conselho Universitário (Consuni) da Uenf, onde estará na pauta, além de outras questões, o debate sobre as condições de funcionamento da instituição. “Estamos devendo aos bolsistas desde novembro. A gente não tem dados quanto a evasão, mas apenas na disciplina Química Geral tivemos um altíssimo índice de reprovação e acreditamos que seja pela evasão”, revelou Passoni.
No ofício, Passoni retrata as dificuldades que a universidade teve em 2016, sendo um ano extremamente difícil para o campus. Além disso, ao longo do ano, as condições de funcionamento da Uenf se deterioraram, ao ponto de encerrar o ano sem os pagamentos dos salários e bolsas relativos a novembro bem como o 13º salário.
“No início de 2016, alertamos para a precariedade da situação no Campus. Em meados do ano nos dirigimos diretamente ao governador, à época, Francisco Dornelles, alertando para o problema em questão além de apontar a responsabilidade do governo sobre acontecimentos futuros, fruto da falta de repasse de recursos. Ao longo do ano, buscamos descontingenciar recursos orçamentários, bem como solicitamos a publicação no DOERJ de diversos concursos em andamento. Também nos pronunciamos contrários aos descontos periódicos no auxilio alimentação, disse Passoni.
Somente com os fornecedores (terceirizados na área da limpeza e segurança), a dívida é de cerca de R$ 20 milhões. “A dívida com o pessoal da vigilância é desde outubro do ano passado e eles romperam o contrato no início de novembro. Já o pessoal da limpeza, mesmo com os salários da empresa em atraso, a mesma continua pagando seus funcionários”, informou o reitor.
A situação da segurança no campus já resultou, inclusive, em algumas ocorrências policiais, a última delas ocorreu no final de semana do Réveillon, onde vândalos, aproveitando a vulnerabilidade na universidade, invadiram a instituição e depredaram a Pró-Reitoria de Extensão, local de guarda de documentos, quebraram vidros de veículos oficiais e, entre outros atos de vandalismo, arrombaram o ônibus da Uenf.
“Tivemos uma reunião com o prefeito Rafael Diniz, onde foi discutida a ampliação da ronda pela Guarda Civil Municipal na Uenf, bem como, um convênio com a guarda”, revelou Passoni, informando que a situação da segurança no campus só não está pior devido às diversas reuniões com o comando da Polícia Militar e GCM, que têm colaborado com a intensificação das rondas.
No próximo mês (dia 10) o reitor adiantou que já tem uma reunião agendada com o Conselho Universitário (Consuni) da Uenf, onde estará na pauta, além de outras questões, o debate sobre as condições de funcionamento da instituição. “Estamos devendo aos bolsistas desde novembro. A gente não tem dados quanto a evasão, mas apenas na disciplina Química Geral tivemos um altíssimo índice de reprovação e acreditamos que seja pela evasão”, revelou Passoni.

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