A audiência instrução e julgamento, do esquema de Caixa 2 para
eleição e reeleição do ex-governador do estado, Anthony Garotinho e seus
aliados políticos, já teve início, no Fórum Maria Teresa Gusmão.
Garotinho e a ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho foram dispensados pelo juízo. Dez advogados atuam na defesa dos oito acusados.
A defesa pediu que a imprensa não registrasse o momento em que os
argumentos em favor dos réus fossem apresentados. O juiz negou o pedido e
houve uma discussão. De acordo com um dos advogados, a imprensa poderia
gerar publicitação midiática para fins políticos, o que pode vir a
prejudicar seus clientes. Mais uma vez, o juiz indeferiu o pedido sob a
justificativa de que o processo não corre em segredo de justiça.
Um dos advogados também defende o ex-secretário de Controle
Orçamentário e Auditoria do governo Rosinha, Suledil Bernadino. Além de
Rosinha, Garotinho e Suledil, também são réus na ação o então presidente
Nacional do PR, Antônio Carlos Rodrigues, o genro dele, Fabiano Rosas
Alonso, o policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro, conhecido
como Toninho, o empreiteiro Ney Flores e o ex-subsecretário de governo
da Prefeitura de Campos, Thiago Godoy.
O ex-vice-prefeito de Campos, Dr. Chicão foi convocado como
depoente/testemunha e esteve presente no fórum. A primeira testemunha de
acusação do processo a ser ouvida foi Adilson Gomes Barbosa, por volta
das 15h. Ele é sogro do empresário André Luis Ribeiro, o Deca, que
procurou a Polícia Federal de Campos em 2017 e participou de uma
colaboração premiada e delatou o esquema criminoso. Em depoimento à PF,
Deca disse que Anthony Garotinho cobrava dinheiro de empreiteiros que
prestavam serviço à prefeitura de Campos para utilizar em campanhas
políticas. Segundo o empresário, Garotinho alegava que quem não
entregasse o dinheiro em forma de doação para campanha não receberia o
que a Prefeitura de Campos devia às empresas por prestarem serviços de
obra ao município.
Segundo o processo, Deca também foi obrigado a utilizar uma de suas
empresas (Ocean Link) para receber R$ 3 milhões da empresa JBF, de
Wesley Batista em um falso contrato de prestação de serviço para que
esse dinheiro depois fosse entregue a Garotinho.
O cantor Latino teve a
prisão decretada pela Justiça de Manhuaçu (MG) por causa de uma dívida
de pensão alimentícia com a filha de 9 anos, fruto de um relacionamento
dele com Neusimar Consedei.
O advogado dela, Fauze Gazel Juni... - Veja mais em
https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/06/latino-tem-prisao-decretada-por-nao-pagamento-de-pensao-alimenticia.htm?cmpid=copiaecola
O cantor Latino teve a
prisão decretada pela Justiça de Manhuaçu (MG) por causa de uma dívida
de pensão alimentícia com a filha de 9 anos, fruto de um relacionamento
dele com Neusimar Consedei.
O advogado dela, Fauze Gazel Juni... - Veja mais em
https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/06/latino-tem-prisao-decretada-por-nao-pagamento-de-pensao-alimenticia.htm?cmpid=copiaecola

Nenhum comentário:
Postar um comentário